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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Bom começo!

Todos aqueles que vivem no e do futebol ficaram sabendo da Soccerex, que aconteceu no Rio, desde o último sábado até quarta-feira e contou com caras famosas do esporte bretão. Cartolas, governantes, empresários e jogadores badalaram o stands de negócios e as palestras, onde o futebol, os negócios que giram ao seu redor e o seu legado foram discutidos.

Porém, vou falar daquilo que foi a minha primeira experiência profissional. Confesso que a ficha só caiu após o primeiro dia. Lidar com aqueles que você só via pela televisão, aqueles que fazem você pensar: "Nossa, eu quero fazer isso!", é uma sensação nova. Pois bem, eu não podia ficar ali simplesmente admirando, tinha que aproveitar a oportunidade para aprender ao máximo.

Posso dizer que, além de ensinamentos na assessoria do evento, que me mostrou uma outra área da comunicação social que eu não conhecia, acompanhei o trabalho dos jornalistas na apuração, na produção e conclusão das notícias. Acompanhei o ato de escrever um notícia. É muito legal ser jornalista, em especial, esportivo!

Conversar com Roberto Dinamite, Carlos Alberto Torres, Gonçalves, Wilson Gottardo, Valdir Espinosa, sendo que ainda estavam presentes P.C. Caju, Roberto Miranda, Brito, Cafú, Ruud Gulit e outros grandes craques. Todos os dirigentes que comandam o futebol brasileiro. Jornalistas consagrados.

Mas, o evento me mostrou que tenho que me acostumar a lidar com os ídolos. Tenho que aproveitar a oportunidade e entrevistar as pessoas que fazem parte desse mundo. O resultado natural é a minha entrada nele. Quanto mais eu me acostumar com a presença deles, e o inverso, eu vou perceber que, finalmente, entrei no mundo que tanto queria.

Um abraço,
Nelsinho Lima.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A culpa é dos pontos corridos?

Duas rodadas para o fim do Brasileirão 2010 e só se fala numa coisa: entregar ou não entregar? mala branco ou preta? e outros questionamentos que são feitos para justificar uma possível derrota de um time, vitória de outro... enfim, aqueles que vivem o e do futebol elaboram inúmeras teses para justificar ou condenar as atitudes daqueles envolvidos nas polêmicas.

Na última rodada, o São Paulo, que nada almeja no certame, "atendeu" o pedido da própria torcida e foi derrotado pelo Flu. Para os corinthianos, o São Paulo meio que "entregou" o jogo para não beneficiar o rival na briga pelo título. Lembrando que, no ano passado, o próprio Corinthians "entregou" ou não se esforçou muito para vencer o Flamengo nas últimas rodadas do Brasileirão, não ajudando o São Paulo na mesma luta pelo título.

Historicamente, o Brasil possui rivalidades regionais que ultrapassam o limite das quatro linhas, tendo em vista a richa existente entre torcidas, jogadores e, principalmente, dirigentes. A rivalidade tange o futebol brasileiro desde o seu primórdio com os grandes jogos entre as seleções estaduais. As rivalidades nos anos 40 e 50 eram entre os combinados paulistas, mineiros, cariocas, gaúchos e assim por diante. As situações poderiam ocorrer da mesma forma nos dias de hoje, mudando as rivalidades.

Então, qual seria a solução para o fim da dúvida?! Pra mim, não precisamos de solução! O Goiás, mesmo estando entre os últimos colocados, conseguiu tirar dois pontos do Flu em pleno o Engenhão dando oportunidade do Corinthians ser campeão. Porém, na rodada seguinte, o time paulista não saiu do empate contra o Vitória, no Barradão, enquanto o Flu goleou o fraco São Paulo e voltou a liderança. Ou seja, nenhum dos envolvidos na briga pelo título pode reclamar dos rivais por não os ajudar na conquista do caneco. As oportunidades cansaram de aparecer! Quem as aproveitasse, não teria que choramingar no fim.

Um abraço,
Nelsinho Lima.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Não se engane pela "mídia"!

Em campo estavam Ronaldinho Gaúcho, Neymar, Robinho, Di Maria, Higuaín e ELE! Dos citados, nenhum está jogando o que Messi está. Ronaldinho já fez mais, porém nunca mais alcançará - espero errar nessa previsão - o nível que o fez ser eleito melhor jogador do mundo em 2006, ano em que foi campeão da Champions e do Mundial de clubes. Já Neymar, é o único que pode alcançar o nível atual do argentino.

Porém, o fato que mais incomoda é a análise "apaixonada" - no apaixonada, leia-se interesseira. A entrevista dada por Juninho Pernambucana ao Globo Esporte de terça-feira, trouxe um declaração que para os "apaixonados" de plantão soou como um absurdo. Juninho, que entende MUITO do que fala, afirmou que "Nenhum jogador brasileiro joga, no atual momento, metade do futebol de Leonel Messi!". O jogador falou pura e simplesmente a verdade. Isso é público e notório!

Messi, o melhor jogador do mundo na atualidade!


Hoje, nenhum jogador brasileiro é decisivo como o argentino. Posso citar apenas que Julio Cesar foi o melhor goleiro do mundo, na temporada passada e que Thiago Silva é, atualmente, um dos, senão o melhor, zagueiro do mundo. Porém, todos nós sabemos que um goleiro e um zagueiro não decidem jogos, ainda mais Copas do Mundo.

Para o bem do futebol canarinho, as opiniões dadas pelos jornalistas "torcedores" tem que acabar! Elas, além de iludiream alguns torcedores mais fanáticos, demonstram um realidade inexistente para alguns jogadores da seleção. Infelizmente, o futebol brasileiro passa por um período de poucas revelações. Só nos resta esperar que Neymar e Ganso iniciem um período de boas "safras" de craques.

Só nos resta esperar, ou teremos que nos contentar como Robinho, capitão da seleção. A que ponto chegamos!

Um abraço,
Nelsinho Lima

Para trocar informações com Nelsinho Lima é só adicionar no Twitter @Lima_Nelsinho. Saudações Alvinegras.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Que volte a emoção!

O jornalismo esportivo terá, nos próximos anos, a oportunidade de revolucionar toda forma de transmitir o seu conteúdo. Porém, novos textos se fazem necessários em tempos de gigantesca seriedade. Textos como os de Nelson Rodrigues, Mário Filho, Armando Nogueira e outros mais tratavam o esporte, em especial o futebol, de uma maneira mais espetacular, mais cinematográfica, mais apaixonada!

Textos que tratam a arte do esporte, usando a arte da palavra. O esporte anda um tanto carrancudo, feio. O drible não tem mais a graça que tinha antes! Quando leio os textos que falam da emoção de ver Garrincha, Nilton Santos, Didi, Gérson, Jairzinho e outros grandes craques pelo Botafogo, penso como o futebol era mais legal anos atrás. Não preciso nem ler os textos, é só ver os vídeos dos gols feitos por esses craques que vejo como a torcida em um Maracanã lotado explodia de alegria, isso não quer dizer que a torcida de hoje não transmita a mesma alegria, mas a do passado contagiava o jornalista a escrever as palavras que nos fazem pensar e amar tanto o esporte. O jornalista hoje está mais preocupado em cumprir o prazo de entrega da resenha do jogo.

Textos literários para se referir a uma paixão é mais do que comum. Sendo o esporte uma paixão, por que não utilizar essa ferramenta para expressar as conquistas brasileiras ou o gol do título. Os próximos anos serão a oportunidade perfeita para a volta da emoção, de uma narrativa apurada, da renovação da qualidade na cobertura esportiva.

Um abraço,
Nelsinho Lima.

Para trocar informações com Nelsinho Lima é só adicionar no Twitter @Lima_Nelsinho. Saudações Alvinegras.